Morador registra luzes em serra e internautas levantam hipóteses no interior do TO
Um fenômeno visual registrado no fim de maio em uma serra na zona rural de Xambioá, segue sem explicação e deixa internautas curiosos. O vídeo, feito pelo programador Anderson Oliveira, mostra luzes fortes e intermitentes que piscam em meio à escuridão.
Desde a divulgação das imagens, o caso foi acompanhado por um pesquisador de fenômenos anômalos e pela prefeitura da cidade. Enquanto a Força Aérea Brasileira (FAB) monitora o espaço aéreo, especialistas sugerem métodos científicos para identificar a origem das luzes, que até o momento permanecem sem um esclarecimento definitivo.
Confira o que se sabe sobre as luzes piscando vistas na serra em Xambioá:
As imagens foram registradas na noite de 28 de maio de 2026. O fenômeno ocorreu em uma serra localizada na zona rural de Xambioá, região norte do Tocantins. O autor do vídeo, o programador Anderson Oliveira, realizou a gravação da sacada de sua casa, na zona urbana, com frente para a área de mata.
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O que as imagens mostram?
O vídeo exibe pontos luminosos intensos que piscam de forma intermitente. Segundo o pesquisador Rony Vernet, que analisou o material, o padrão é considerado “interessante” por apresentar pontos quase alinhados que alternam cor e intensidade, o que inicialmente afasta explicações comuns como lanternas de acampamento ou faróis de veículos.
Não. A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), informou que nenhum objeto foi identificado por radares ou reportado por aeroportos sob a jurisdição do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV) na data do ocorrido. O controle do espaço aéreo na região seguiu sem registros anômalos.
O autor da filmagem visitou a serra após a repercussão do caso em busca de provas concretas, mas relatou não ter encontrado vestígios físicos, como marcas no solo ou objetos, que expliquem o que foi gravado. Ele também mencionou ter tido dúvidas sobre o local exato da incidência devido à distância.
Essa reportagem foi publicada primeiro pelo site G1 Tocantins
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